Archive for Maio 2014

Postado por : Thainá Cristina 30 maio 2014

Hoje na coluna Aleatório vou compartilhar com vocês um texto que li recentemente e gostei bastante. Espero que vocês curtam e se identifiquem tanto quanto eu me identifiquei.


Seja o Cisne
por Roberto Shinyashiki


Talvez o maior desafio da vida moderna seja
sermos nós mesmos em um mundo que insiste em modelar
nosso jeito de ser. Querem que deixemos de ser como
somos e passemos a ser o que os outros esperam que
sejamos.


Aliás, a própria palavra "pessoa" já é um convite
para que você deixe de ser você. "Pessoa" vem
de "Persona", que significa "máscara". É isso mesmo:
coloque a máscara e vá para o trabalho. Ou vá para a
vida com a sua máscara. Talvez o sentido do
elogio: "Fulano é uma boa pessoa", signifique na
verdade: "Ele sabe usar muito bem a sua máscara
social".


Mas qual o preço de ser bem adaptado?
O número de depressivos, alcoólatras e suicidas
aumenta assustadoramente. Doenças de fundo psicológico
como síndrome do pânico e síndrome do lazer não param
de surgir. Dizer-se estressado virou lugar-comum nas
conversas entre amigos e familiares. Esse é o preço.
Mas pior que isso é a terrível sensação de inadequação
que parece perseguir a maioria das pessoas. Aquele
sentimento cristalino de que não estamos vivendo de
acordo com a nossa vocação.


E qual o grande modelo da sociedade moderna?
Querer ser o que a maioria finge que é. Querer
viver fazendo o que a maioria faz. É essa a cruel
angústia do nosso tempo: o medo de ser ultrapassado em
uma corrida que define quem é melhor, baseada em
parâmetros que, no final da pista, não levam as pessoas
a serem felizes.


Quanta gente nós não conhecemos, que vive
correndo atrás de metas sem conseguir olhar para dentro
da sua alma e se perguntar onde exatamente deseja
chegar ao final da corrida?


A maior parte das terapias prega que as pessoas
não olham para dentro de si com medo de encontrar a sua
sombra. Porém, na verdade, elas não olham para dentro
de si por medo de encontrar sua beleza e sua luz. O que
assusta é o receio de se deparar com a sua alegria de
viver, e ser forçado a deixar para trás um trabalho sem
alegria. Mas sejamos francos: para quê manter um
trabalho sem alegria? Só para atender às aspirações da
sociedade?


Basta voltar os olhos para o passado para ver as
represálias sofridas por quem ousou sair dos trilhos,
e, mais que isso, despertou nas pessoas o desejo de
serem elas mesmas. Veja o que aconteceu a John Lennon,
Abraham Lincoln, Martin Luther King, Isaac Rabin?
É muito perigoso não ser adaptado!


Essa mesma sociedade que nos engessa com suas
regras de conduta, luta intensamente para fazer da
educação um processo de produção em massa.
Porque as pessoas que vivem como máquinas
não questionam a própria sociedade.


A maioria das nossas escolas trabalha para formar
estudantes capazes de passar no vestibular. São poucos
os educadores que se perguntam se estão formando
pessoas para assumirem a sua vocação e a sua forma de
ser.


As escolas de música ensinam com os mesmos
métodos as mesmas músicas. Quase todas querem formar
covers de Mozart ou covers dos Beatles. É raro um
professor com voz dissonante que diga para seus
alunos: "Aqui você vai aprender idéias, para liberar o
músico que existe dentro de você".


Os MBA's, tão na moda, na sua maioria, usam os
mesmos livros, dão as mesmas aulas, com o objetivo não
explicitado de formar covers do Jack Welch ou do Bill
Gates. O que poucos sabem é que nenhum dos dois fez
MBA. Bill Gates, muito ao contrário disso, abandonou a
idolatrada Harvard para criar uma empresa na garagem,
que se transformou na poderosa Microsoft. Os MBA's são
importantes para que o aluno aprenda alguns
instrumentos de administração. Mas alguém tem de dizer
ao estudante: "Utilize essas ferramentas para
implementar suas idéias, para ser intensamente você".


Quantos casos de genialidade que foram excluídos
das escolas porque estavam além do que o sistema de
educação poderia suportar.


Conta-se que um professor de Albert Einstein
chamou seu pai para dizer que o filho nunca daria para
nada, porque não conseguia se adaptar. Os Beatles foram
recusados pela gravadora Deca! O livro "Fernão Capelo
Gaivota" foi recusado por 13 editoras! Caetano Veloso
foi vaiado quando apareceu com a sua música "Alegria,
Alegria!". O projeto da Disney Word foi recusado por 67
bancos! Os gerentes diziam que a idéia de cobrar um
único ingresso na entrada do parque não daria lucros.
O genial Steven Spielberg foi expulso de duas
escolas de cinema antes de começar a fazer seus filmes,
provavelmente porque não se encaixava nos padrões
comportamentais e técnicos que a escola exigia que ele
seguisse. Só há pouco tempo é que ele ganhou um título
de "honoris causa" de uma faculdade de cinema. E
recebeu o titulo pela mesma razão que foi expulso
anteriormente: ter assumido o risco de ser diferente,
por não ceder à padronização que faz com que as pessoas
pareçam seres saídos de linhas de montagem.


A lista de pessoas que precisaram passar por cima
da rejeição porque não se adaptavam ao esquema pré-
existente é infinita. A sociedade nos catequiza para
que sejamos mais uma peça na engrenagem e quem não se
moldar para ocupar o espaço que lhe cabe será
impiedosamente criticado.


Os próprios departamentos de treinamento da
maioria das empresas fazem isso. Não percebem que
treinamento é coisa para cachorros, macacos, elefantes.
Seres humanos não deveriam ser treinados, e sim
estimulados a dar o melhor de si em tudo o que fazem.
Resultado: a maioria das pessoas se sente o patinho
feio e imagina que todo o mundo se sente o cisne.
Triste ilusão: quase todo mundo se sente um patinho
feio também.


Ainda há tempo! Nunca é tarde para se descobrir
único.


Nunca é tarde para descobrir que não existe nem
nunca existirá ninguém igual a você. E ao invés de se
tornar mais um patinho, 
escolha assumir sua condição inalienável de cisne!

Postado por : Thainá Cristina 28 maio 2014
Despedida de Solteira - Caleb
Trilogia: Despedida de Solteira #2
Autora: Mila Wander
Páginas: 566
Editora: Literata
Resenha por: Thainá Cristina
Caleb é um garoto de programa. Optou por essa profissão ainda muito novo quando passava por grandes problemas financeiros. Bonito, atraente, vaidoso e dono de um belo par de olhos azuis, por onde passa faz sucesso e chama a atenção da mulherada. Apesar de ser uma profissão incomum Caleb leva tudo muito a sério sendo super profissional, e segue a risca a regra que nunca, jamais, deverá se envolver emocionalmente com uma cliente. Porém tudo muda quando conhece Amande, a noiva que fora contratado para servir durante todo o final de semana em uma despedida de solteira pra lá de especial.

A primeira vez que fiquei sabendo de Despedida de Solteira da autora Mila Wander, foi através do Pinterest. Eu vi a capa e me apaixonei logo de cara e fui em busca de saber mais sobre o livro. Mais tardar li uma resenha no blog da Denise Costa e fiquei ainda mais interessada por ele. Eu fiz a festa, CLARO, quando vi o anúncio da autora dizendo que o livro, contado sob a perspectiva de Caleb, estava gratuito no Amazon. Baixei o e-book e coloquei no celular para ler e vou te contar, quando a leitura engrenou não consegui mais largar!

Eu devo dizer que a história me surpreendeu e de uma maneira positiva. Eu sou super pé atrás com autores/livros nacionais, devido a mil e uma coisas desde do comportamento do autor via redes sociais, à o conflito pessoal que tenho quanto a histórias fantasiosas em um plano de fundo comum e rotineiro para mim, e por ai vai. Então quando peguei Despedida já fui receosa quanto ao que leria, mas fico feliz de ter ignorado isso e seguido em diante com a leitura que se tornou bem prazerosa e já no final, nem mesmo o fato do e-book ter 8.815 páginas (566 no livro físico), me incomodava mais.

Mila acertou em cheio quando escolheu uma narração super leve e fluente, e é bem notório o crescimento em sua escrita com o desenrolar da história. Outra coisa que me chamou bastante atenção foi o fato de que a autora encorporou bem o personagem Caleb, e o fato dele ser super observador e algumas de suas manias (que em alguns livros deixariam o personagem fantasioso demais e mero fruto da imaginação da mulher), vestiu bem com o personagem.

Um dos pontos negativos que sempre gosto de citar em minhas resenhas e que me levou a classificar o livro com 4 estrelas, equivalente a uma leitura muito boa, foi o excesso de cenas de sexo que se tornaram para mim desnecessárias em algumas partes, principalmente em cenas aonde deveria fortalecer certos vínculos conquistados. Esse excesso me fez duvidar sobre a veracidade de alguns sentimentos colocados em pauta no livro e me fez sentir falta de mais diálogos nele, já que para mim 60% da narração se passa nos pensamentos do Caleb, e claro não podia ser diferente já que o livro é sob a perspectiva dele, mas muita coisa do livro fica em suposições sobre como se sente o outro lado da moeda, principalmente em uma cena envolvendo tal cheque aonde temos que ficar em suposições e interpretações de comportamento e tudo fica muito avulso, e sendo tal cena achei que faltou realmente um diálogo mais profundo e esclarecedor.

E sim, eu sei que esse é o segundo volume da trilogia Despedida de Solteira, e que isso pode sim afetar a minha leitura já que não li o primeiro, mas não digo que senti falta de diálogos apenas para que eu pudesse entender mais da história, mas pelo próprio Caleb, eu acho que poderia ser mais trabalhado e por isso defendo o fato de que a história seria muito mais bem aproveitada se a autora tivesse optado por uma narração intercalada e não livros separados.

Apesar disso eu indico o livro sim, ele me conquistou de uma maneira a qual não esperava. Vale o investimento, seja em e-book ou em livro físico, com toda certeza. ;)

"Amande ainda me olhava de um jeito profundo. Os olhos grandes, muito abertos, indicavam a guerra que se tratava no seu interior. Por um segundo quis estar exatamente lá, empunhando uma espada e finalmente matando o dragão que a impedia de dizer sim. O dragão chamado consciência, sensatez, discernimento. Não sabia seu nome, mas queria acabar com ele."

Curiosidade: A autora revelou que imagina o ator Ian Somerhalder como Caleb e atriz Keira Knightley como Amande, e eu super pude ver eles nos personagens! *_*

Postado por : Thainá Cristina 27 maio 2014

A editora Charme anunciou esse dias em suas redes sociais a compra dos direitos autorais da série The Love, da autora americana Melissa Collins.

A série, que conta com 4 livros e 1 conto no exterior, irá mostrará a romântica e emocionante história de Madeleine Becker e do bad boy Reid Connely.

E está prevista para chegar em solo verde e amarelo em 2015.

Postado por : Thainá Cristina 26 maio 2014
Eu vi essa matéria recentemente e achei super válido compartilhar por aqui, principalmente numa época aonde as pessoas se esquecem que o principal é ler com qualidade e não em quantidade.

A velocidade da internet nos fez desaprender a arte da leitura. É preciso redescobri-la. Quando abandonamos as distrações digitais e lemos um livro com calma, mesmo que por pouco tempo, cultivamos algumas habilidades fundamentais que corremos o risco de perder.

Para quem está destreinado, reacostumar-se à leitura lenta ou praticá-la pela primeira vez pode dar trabalho. Não há motivo para preocupação. Os livros – sempre eles – podem ajudar. São incontáveis os autores que pretendem nos ensinar a ler melhor. Entre eles, o crítico literário americano David Mikics é o que mais chamou minha atenção, com seu livro recém-lançado Slow reading in a hurried age (A leitura lenta numa era apressada).

O título explica tudo – perfeito para quem quer capturar a atenção de leitores apressadinhos. Ao longo de 336 páginas, Mikics defende os benefícios da leitura lenta e se propõe a ensiná-la. É a mais apaixonada declaração de amor aos livros que li nos últimos tempos. Na coluna de hoje, divido algumas de suas dicas para quem quer abandonar a pressa.

1. Saiba por que você está lendo

Ninguém lê um livro apenas para passar o tempo. Na internet, no celular ou na tela da televisão, não faltam outras opções mais atraentes e acessíveis para quem quer relaxar nas horas vagas enquanto o sono não vem. Ler um livro é uma atividade diferente de todas elas. Lemos porque estamos procurando respostas para algo – talvez uma pergunta que ainda não tenhamos feito. Pense nisso. Ler sem motivo é uma receita infalível para ler mal. Antes de começar um novo livro, tente responder a essa questão simples: o que você espera tirar dessa leitura? É uma maneira de escolher melhor os livros que lemos – e de garantir que a pergunta será respondida.

2. Fuja da microleitura

Engana-se quem diz que a televisão é a principal inimiga dos livros. A maior distração dos leitores, hoje em dia, é a própria leitura. Dedicamos a maior parte de nosso tempo na internet a uma leitura fragmentada, superficial, com péssimos índices de compreensão e retenção. Você pode passar o dia inteiro lendo posts no Facebook e notícias curtas em portais. Daqui a um mês, não se lembrará de nada. Repetir esse comportamento por um longo prazo é matar a mente de inanição. “Não dá para viver dessa dieta”, diz Mikics. “Até para ler apenas uma página de literatura de verdade é preciso ter tempo para refletir.

3. Aprenda a perder

Um dos erros mais comuns entre apaixonados por livros é não respeitar seus próprios limites. A lista de leituras pendentes é interminável e não há tempo a perder. Mal viramos a primeira página e já pensamos em acabar a história, e no próximo livro que leremos em seguida. Com isso, a leitura passa a ser uma fonte de estresse. A vontade de terminar o livro é tão grande que não somos capazes aproveitá-lo. Reconhecer que não conseguiremos ler tudo o que queremos é fundamental para aproveitar a leitura. “Como você lê importa muito mais do que quanto você lê”, diz Mikics. Ler cinco livros com prazer é muito melhor do que ler cinquenta sem refletir sobre eles.

4. Respeite o autor

Você pode até não perceber, mas a internet se molda às suas vontades. Seus amigos nas redes sociais provavelmente pensam como você. Algoritmos do Google e do Facebook selecionam e exibem o conteúdo que tem mais chances de agradar alguém com o seu perfil. Você pode passar um dia inteiro na internet sem encontrar alguém que tenha bons argumentos para discordar de suas opiniões. Ler um livro, pelo contrário, é um exercício permanente de questionar convicções. É deixar de ser protagonista para ser ouvinte. Na leitura, a opinião do autor é muito mais importante do que a do autor. É preciso deixar as preferências pessoais de lado para entender um livro por completo, mesmo que discordemos dele. Só quem aprende a ouvir e aceitar opiniões diferentes conseguirá aproveitar a leitura.

5. Desconfie do autor

Endeusar um autor pode ser ainda mais perigoso do que rechaçá-lo logo de cara. Qualquer livro, mesmo os grandes clássicos, é cheio de idiossincrasias típicas de qualquer obra humana. Analisar as escolhas do autor e fazer perguntas sobre elas é uma maneira de dar ainda mais profundidade à leitura. O que cada personagem representa? Por que o livro termina da maneira como termina? O que mudaria se a história se passasse nos dias de hoje? Alguma das opiniões do autor seria considerada polêmica ou inaceitável atualmente? Condenar o autor é injusto e inútil, mas fazer perguntas desse tipo é um passo importante para garantir que tiraremos o melhor de cada livro.

6. Imagine novas histórias

Para terminar um livro, o autor é obrigado a tomar decisões. Das inúmeras de histórias diferentes e contraditórias imaginadas por ele, apenas uma chega ao leitor na história publicada. Por que ela foi escolhida? Por que a trama não se desenrolou de outra forma? As perguntas parecem infantis, mas são um passo essencial para quem quer entender melhor o autor. Pense nas maneiras diferentes como o livro poderia ser escrito. Imagine histórias paralelas e tente se colocar na cabeça do escritor que decidiu descartá-las. Ralph Waldo Emerson escreveu uma bela frase sobre o assunto: “Assim como existe a escrita criativa, existe a leitura criativa.” O que não está no livro pode ser tão estimulante quanto o que chegou às páginas da versão final.

7. Viva com o livro

“Olhar para um tweet demora alguns segundos; entender um romance demora dias, às vezes semanas”, diz Mikics. Pela sua natureza, o livro é algo que nos acompanha no dia a dia, mesmo quando não estamos diante de suas páginas. Pensar num livro quando estamos longe dele é uma parte indispensável da leitura lenta. Leve seu livro para passear, ainda que mentalmente. Lembre-se dele nas situações mais inusitadas do cotidiano. Se você tiver sorte, isso mudará algo na sua forma de ver o livro (ou a vida). Um tweet dificilmente teria esse efeito.

8. Repita até aprender

Com tantos livros para ler em tão pouco tempo, a releitura poderia ser vista como um pecado a ser evitado a todo custo. Na prática, ela é essencial. Mikics recomenda que todos os leitores tenham uma prateleira de livros favoritos e releiam ao menos partes deles com frequência. Cada leitura é uma redescoberta. Uma das mais verdadeiras frases sobre esse hábito foi escrita pelo romancista Robertson Davies: “Um livro verdadeiramente grandioso deve ser lido na juventude, na maturidade e na velhice, da mesma forma que um prédio bonito deve ser visto de manhã, ao entardecer e à luz da lua.”

9. Encontre sua próxima leitura

Uma boa leitura pode ser definida como uma conversa franca entre leitor e escritor. Quando embarcamos nela, é comum entreouvirmos, à distância, diálogos entre o autor do livro e outros autores. Um leitor curioso não deve perder a chance de acompanhar essas conversas. Um bom livro serve como porta de entrada para uma infinidade de outros, igualmente valiosos.

10. Reavalie sua vida

A experiência da leitura, segundo Mikics, é comparável a uma visita a um país estrangeiro. Podemos nos comportar como turistas impacientes, que estranham quaisquer novidades e não veem a hora de chegar em casa. Mas é muito mais recompensador aprender com as diferenças culturais, aceitá-las, descobrir um novo universo e reavaliar sua vida com base nessas descobertas. Cada livro é um país desconhecido. “Aproveitar ao máximo a viagem a esse novo território significa se render os sons e paisagens do lugar, mantendo-se alerta a todas as suas surpresas. Só depois você pode julgar o que viu”, afirma o autor. Cada nova leitura é uma chance de escolher se seremos viajantes curiosos ou turistas apressados. Nunca é tarde para aproveitar a viagem.

Postado por : Thainá Cristina 25 maio 2014
Um milagre chamado Grace - Kristin von Kreisler

Você nunca mais verá os olhos de um cão da mesma maneira...
Depois de ter sobrevivido a uma tragédia em que vários de seus amigos foram mortos, Lila Elliot sabe que suas cicatrizes só amenizarão com o tempo. E ela é grata pelo carinho de sua melhor amiga, que a hospedou em sua casa para que ela não ficasse sozinha e recebesse seus cuidados. Entretanto, algo em seu coração não consegue esquecer a tristeza e a dor desse trauma. Até que ela conhece Grace, uma golden retriever que sofreu abusos e maus tratos, mas que havia sido resgatada por Adam, um homem de bom coração que não suportou ver um animal tão triste e sofrido. Lila, que tem verdadeiro pavor de cães desde a infância, terá de dividir o espaço com Grace. As duas precisam de amor e de tempo para superar suas tragédias pessoais. Grace mantém distância de Lila, pressentindo o medo que ela sente. Aos poucos, porém, Lila consegue enxergar pelos olhos de Grace o amor e a coragem que são tão importantes para seguir em frente. Um romance apaixonante, sobre os dramas da vida, as incertezas e o amor que chega inesperadamente.

Gears of War - Fim da Coalizão - Karen Traviss

A batalha que vai definir o futuro da Coalizão!
Com Sera dizimada pela Horda Locust e sua população quase extinta, ela agora se divide em três facções: os Abandonados, aqueles que lutam para viver em pequenos grupos e não atendem a nenhum governo; a COG (Coalizão Ordenada de Governos), que um dia fora uma grande organização mas que hoje foi reduzida a um punhado de militares e civis; e os Gorasnis, os últimos sobreviventes da URI (União das Repúblicas Independentes), antigos inimigos da COG.
Quinze anos depois do colapso mundial, COG e URI buscam refúgio na pequena e remota ilha de Vectes. Entretanto, depois da fuga e de uma breve paz entre as duas nações, Marcus Fenix e seus companheiros devem lutar contra outra ameaça, os Lambent, enquanto tentam descobrir as origens das mutações que assolam Vectes e Sera.
Ao decidir entre duas missões suicidas, os Gears e a URI ainda devem enfrentar o presidente Richard Prescott, que guarda um último segredo sobre os Locust e os Lambent. Um segredo que pode definir o futuro da humanidade. Se houver um sobrevivente.

Geek Love - O manual do amor nerd - Eric Smith

Atenção, Player 1: você está prestes a embarcar na quest da sua vida.
Este livro é para quem está cansado de viver a vida no single player mode.
Este livro é para quem percebeu que todas as temporadas de Doctor Who não conseguem abafar aquele insistente sentimento de falta.
Eric Smith sabe mais do que ninguém que existem prazeres imensos na vida geek. Amigos incríveis, conversas até de madrugada sobre realidades alternativas ou até mesmo o simples prazer de ler aquele lançamento de quadrinhos. No entanto, chega um momento na vida de todo nerd em que o amor bate à porta e daí vem a hora de jogar o xadrez tridimensional que é o mundo dos solteiros.
Não se desespere, jovem Padawan! Deixe Smith guiá-lo por esse caminho e descubra que amar é muito mais do que flores e bombons. Afinal, nada é normal na vida do nerd, e o amor não é senão o mais extraordinário dos fenômenos humanos.

Mulher Alfa - Sonya Rhodes, Susan Schneider

Você não precisa mudar quem é para ter tudo, precisa apenas mudar o foco.
Você tem um carro legal, um apartamento fofo e um cachorro querido, mas o que sua tia quer mesmo saber é quando vai levar um namorado para o almoço de domingo.
Você tem um emprego maravilhoso, uma carreira a todo vapor e um cabelereiro que é um verdadeiro mago, e ninguém para recebê-la à noite em casa.
E, além do mais, você tem tudo o que as revistas dizem que deveria ter: corpo bem-cuidado, amigas, vida social agitada e diversos interesses. Pode conversar por horas sobre livros, filmes, casos e tudo mais. Entretanto, onde está o cara que curtiria tudo isso de tão maravilhoso que você tem a oferecer?
Pois chegou a hora de descobrir como encontrar o homem ideal em um piscar de olhos. Durante toda a vida, as mulheres são treinadas para acreditar que o homem perfeito precisaria ser o típico alfa: desejado por todas, supercompetitivo, de personalidade forte, com dinheiro no banco e um carrão. Ou seja, um belo babaca que se acha dono do mundo. Depois de muita pesquisa e anos de treino, as autoras ensinam como ler a dinâmica dos caras legais e fazer as melhores escolhas. Descubra bolsões imensos de caras legais e prontos para se comprometer. Encontre a magia dos homens beta!

O mapa da felicidade - Heloísa Capelas

Heloísa Capelas é especialista no desenvolvimento do potencial humano e acredita que é a partir do autoconhecimento que as pessoas poderão encontrar a felicidade. Afinal, elas se sentem infelizes, mas não sabem como fazer uma verdadeira mudança que as leve ao encontro daquilo que poderá suprir esse vazio.
A felicidade é idealizada por fatores externos que, quando alcançados, não satisfazem porque internamente falta o essencial: o amor-próprio. Então, é fundamental ter um encontro consigo mesmo, é preciso fazer o exercício do autoconhecimento a fim de conhecer seus pontos fortes e fracos, planejar as mudanças que deseja, elevar a autoestima e viver intensamente o amor por si mesmo.
Em O mapa da felicidade, o leitor será convidado a viver uma revolução interna.
Postado por : Eveline Maciel 23 maio 2014
Título: Como Eu Era Antes de Você
Autora: Jojo Moyes
Páginas: 320
Editora: Intrínseca
Resenha por: Eveline Maciel
 
Ler "Como eu era antes de você" da Jojo Moyes foi algo realmente difícil de lidar. Sabe quando você tem aquele livro que não consegue resenhar? Pois bem, esse é o meu.

Louisa, uma jovem de 26 anos, vive em uma pequena cidade, namora um cara viciado em esportes (lê-se não tá nem aí pra ela), mora com o seu avô, avó, irmã, sobrinho, e com seu pai e sua mãe que adoram bajular sua irmã, Katrina. Lou se vê perdida e "encurralada" quando o dono do estabelecimento anuncia que o lugar aonde trabalha, um café local, irá fechar agora que abrirá um outro café no principal ponto turístico da cidade. O que acontece é que Lou, além de ter que ajudar nas despesas da casa com seu pai agora desempregado, ama seu emprego, o que explicava ser pela chance de conhecer pessoas diferentes e seus costumes, por ser uma verdadeira curiosa.

Ao começar a procurar por um novo emprego, Lou encontra uma vaga de cuidadora. Lá Lou conhece Will Trainor, um ex-CEO, gato, lindo, sexy porém super mau humorado, rude, e que após sofrer um acidente, ficou tetraplégico e se tornou um cadeirante. Contratada pela mãe de Will, que só pede para que faça companhia para ele e o distraia, Lou decide aceitar o emprego.

"Ser atirada pra dentro de uma vida totalmente diferente - ou, pelo menos, jogada com tanta força na vida de outra pessoa a ponto de parecer bater com a cara na janela dela - obriga a repensar sua ideia a respeito de quem você é. Ou sobre como os outros o veem..."

O maior desafio de Lou ao aceitar o emprego, é fazer com que seja aceita por Will, que após o acidente se tornou uma pessoa isolada do mundo, de pouco conversa e que passa a maior parte do tempo fazendo reclamações ou insultando alguém, o que se intensifica com a chegada de Louisa.

Will literalmente faz com que Lou se sinta o pior ser humano do mundo, mas ela não desiste e decide mostrar para ele que não é apenas uma cuidadora chata que fica o bajulando o tempo todo, e que ainda há sim motivos para se viver e ser uma pessoa menos amargura.

"Reparei que ele parecia determinado a não lembrar em nada com o homem que tinha sido. Seus olhos cinzentos tinham marcas de cansaço, ou de desconforto que ele sentia o tempo todo. Eles levavam o olhar vazio de alguém que está sempre alguns passos afastado do mundo a seu redor. Às vezes, eu me perguntava se aquilo não era um mecanismo de defesa de Will, já que a única maneira que encontrou de lidar com sua vida foi fingir que não era com ele que aquelas coisas estavam acontecendo."

Will infelizmente é um realista de dias contados e irredutível quanto as suas decisões, porém a aproximação entre ambos acontece, ainda que de forma meio forçada, e que por fim, acaba dando certo.

"Como eu era antes de você" é uma história fascinante de uma grande escritora, aonde temos os dois lados da moeda. De um lado temos Lou, um lado exótico de meias listradas e sem perspectiva de nada. E do outro temos Will, cheio de sonhos, porém limitados por causa de sua limitações. 

"Não estou lhe dizendo para saltar de prédios altos, nadar com baleias ou algo assim (embora, no fundo, gostaria que você fizesse essas coisas), mas para viver corajosamente. Ir em frente. Não se acomodar. Usar aquelas meias listradas com orgulho. E se quiser mesmo se acomodar com algum sujeito ridículo, garanta que um pouco de tudo isso fique guardado em algum lugar. Saber que você ainda tem possibilidades é um luxo. Saber que lhe dei algumas, me dá certo alívio."

Jojo com sua escrita fascinante além de abordar temas difíceis que tocam nossa alma e que nos fazem pensar como andam nossas ações terrenas, também nos mostra que algumas pessoas simplesmente não aceitam o destino que lhe foram impostos pelo o acaso, e que tudo na vida se completa, principalmente os opostos.

"Poucas coisas me fazem feliz, e você é uma delas."
Postado por : Thainá Cristina 21 maio 2014
Esqueça Nostradamus, por incrível que pareça as maiores previsões do futuro vieram de obras literárias de alguns escritores famosos. Alguns até chegaram a falar que poderiam ter ficado ricos com suas previsões.

Quer saber o que eles falaram? Então vamos lá:

- JULIO VERNE (1828-1905)

Julio Verne foi um dos pioneiros do futurismo e previu a existência de viagens espaciais, submarinos, helicópteros e satélites. Em 1869, o escritor francês imaginou um submarino que utilizava um combustível eficiente e praticamente inesgotável. A ideia se concretizou em 1955, com o primeiro submarino de verdade movido por propulsão nuclear. Ele recebeu o nome de Nautilus em homenagem ao veículo descrito por Verne.

A descrição de uma viagem à Lua também foi quase profética: o livro Da Terra à Lua (1865) é praticamente um rascunho do que ocorreu de fato com o projeto americano Apollo, em 1969. A duração da jornada (97 horas na ficção e 103, na realidade), o número de tripulantes (três), os locais de lançamento (a Flórida) e de pouso (o Mar da Tranqüilidade, na Lua), tudo parece ter sido previsto um século antes. A cápsula de Verne, em forma de bala, media 4,8m de altura e 2,7m de diâmetro. A Apollo media 3,7m de altura e 3,9m de diâmetro. Até mesmo o regresso à Terra, com o pouso no Pacífico e o resgate por um navio, é igual.

- H.G.WELLS (1866-1946)

A lista de invenções e ideias de Wells que se tornaram realidade é impressionante. 

Em Guerra dos Mundos (1898), ele descreve o laser e, em When the sleeper wakes (1899), fala de portas automáticas. Wells não descreveu especificamente o celular, mas falou de um futuro em que as pessoas usariam meios de comunicação sem fios e correios de voz em alguns de seus romances. 

Suas “previsões” sobre a guerra também foram impressionantes. Tanques, bombardeamentos aéreos e mesmo bombas nucleares já estavam descritos em seus livros.




- ARTHUR C. CLARKE (1917 – 2008)
Ele próprio confessa que teria ficado rico se tivesse patenteado a idéia dos satélites em órbita fixa ao redor da Terra. A sugestão foi apresentada em um artigo de 1945, como um meio de melhorar as telecomunicações. O conto A Sentinela (1951) deu origem a 2001: Uma Odisséia no Espaço, filme de 1968 de Stanley Kubrick sobre o supercomputador HAL 9000, que comanda uma espaçonave, adquire vontade própria e começa a eliminar os tripulantes. O filme prevê os computadores capazes de derrotar o homem no xadrez (coisa que aconteceu em 1997, quando um supercomputador da IBM bateu o campeão de xadrez Gari Kasparov em um tira-teima) e mostra uma cidade orbital quase igual à Estação Espacial Internacional.

Até o iPad já tinha sido “previsto” por Clarke. No livro 2001, escrito em 1968, baseado no script que ele escreveu para o filme de Stanley Kubrick, o protagonista utiliza algo chamado Newspad, um computador usado basicamente para exibir conteúdo como jornais, atualizados automaticamente, durante uma viagem.

- CYRANO DE BERGERAC (1619 – 1655)
O escritor e duelista francês existiu de verdade e, sim, tinha um enorme nariz (mas isso não é relevante). 

Em pleno século 17, ele descreveu em uma de suas obras algo que se parecia com um gravador: uma caixa que permitia “ler com as orelhas”. E vai mais longe: em Viagem à lua (1650), ele fala de uma nave dividida em várias partes que se queimavam sucessivamente, até situar a cápsula tripulada em órbita. Parece familiar? 

A ideia foi retomada por Julio Verne em Da Terra à Lua, de 1865.

- ALDOUS HUXLEY (1894-1963)

A obra mais famosa do escritor inglês, Admirável Mundo Novo (1932), descreve um cenário sombrio em que a casta dirigente recorre à lavagem cerebral e à manipulação genética para manter a população idiota. 

O livro prevê a liberação sexual dos anos 60, as drogas químicas, a clonagem e até a realidade virtual, que ali aparece com o nome de cinema-sensível. 

Fora todas as outras associações possíveis entre o “mundo novo” de Huxley e o nosso.

- GEOFFREY HOYLE (1942)

O escritor britânico nascido em 1942 escreveu o livro 2010: Living in the Future em 1972 e antecipou boa parte da tecnologia do século 21. Webcams, compras pela internet, ensino à distância, bibliotecas digitais, estava tudo lá. Olha a descrição de uma sala com acervo digital em uma biblioteca do futuro: 

“Os livros, filmes e jornais estão todos armazenados no computador da biblioteca. Primeiro você acessa o índice de biblioteca. Este arquivo contém todos os livros que já foram escritos. Não importa se eles foram primeiro escritos em chinês ou francês. Eles vão estar aqui, traduzidos para o Inglês. Há também um índice de filmes e jornais.”

Na descrição de Hoyle, você pode até virar as páginas usando botões e acessar qualquer livro em sua própria casa. Ele previu até o déficit de atenção das pessoas do futuro: 
“Enquanto você está na biblioteca, você pode querer ver alguns filmes de viagem para lhe ajudar a decidir para onde irá nas próximas férias. (…) Até mesmo se você estiver sozinho em sua casa, você pode conversar com seus amigos durante a aula. É so digitar o número de um amigo e o seu rosto aparece no canto da tela”.

- GEORGE ORWELL (1903 – 1950)

A expressão Big Brother surgiu no romance 1984 (1948), em que o autor britânico antevê as paranoias que se tornariam realidade com as câmeras de vigilância espalhadas hoje por todo lado. 

O adjetivo “orwelliano” cabe a todo regime totalitário que altera fatos históricos a seu favor e só acredita na paz por meio da guerra. 

Fora que o autor inspirou um dos reality shows mais famosos do mundo.


- RAY BRADBURY (1920)

No livro Fahrenheit 451 (de 1953), Bradbury imagina os EUA dos anos 90 como uma sociedade hedonista e anti-intelectual, onde é proibido ler livros. Nesse mundo, todo trabalhador sonha em comprar sua “televisão de parede”, uma sala com projeções 3D e um sistema de som multicanal, onde as pessoas se sentem imersas na transmissão de espetáculos musicais ou competições que testam seu conhecimento sobre cultura popular, e onde os atores de suas séries preferidas são chamados de família. 

Detalhe: quando Fahrenheit foi lançado, em 1953, a televisão colorida havia sido lançada nos EUA fazia apenas 3 anos e ainda era extremamente cara. Tecnologias como o laserdisc e sistemas de som multicanal, que iriam tornar possível os home theaters, só surgiram na década de 1980. E o melhor: Bradbury ainda está bem vivo e já viu suas previsões acontecerem.


- JOHANN WOOFGANG VON GOETHE (1749 – 1832)
Além da literatura, Goethe se interessava muito por ciência e deixou trabalhos importantes em campos como botânica, física, química e até meteorologia. E ele previu um retrato acertado sobre o mundo atual também. 

Em Fausto, Goethe antecipou a questão ambiental que o homem enfrenta hoje, destruindo a natureza em prol de um suposto desenvolvimento da civilização. 

No romance Os anos de peregrinação de Wilhelm Meister, ele cunhou o termo ‘velocífero’, mistura das palavras “velocidade” e “Lúcifer”, para se referir a um mundo frenético de velocidade demoníaca.


Não é incrível??

Postado por : Thainá Cristina 20 maio 2014


É com um sorriso bobo na cara, lágrimas de felicidade, surtos e pulinhos de felicidade que venho anunciar que o blog passou na seleção de parceiros da editora Novo Conceito <3 #grita #pula #chora 

Quem me conhece sabe o quanto eu estava ansiosa por esse resultado! Desde da Bienal do ano passado. E quando a Ray do Porre de Livros disse que o Quatro Amigas tinha passado eu nem acreditei! Muito feliz mesmo, e espero que essa parceria só renda coisas boas. 

Vamos saber um pouquinho da editora e seus selos?

A editora

Jovem, mas com a maturidade e experiência necessárias para trilhar o caminho certo. Mais que editar livros, criamos um novo conceito.
Divulgamos ideias, publicamos conhecimento, lançamos autores e fazemos história, sempre preparados para atender e ouvir o público.
Foram vários títulos, grandes revelações, autores consagrados e muito sucesso. Nosso já diversificado mix de produtos foi ampliado com a chegada de livros de não ficção, que mostraram significativa repercussão e roteiros com casos reais de superação.
Assim como seu público, a Novo Conceito está sempre crescendo e se diversificando. Por isso, organizou seu catálogo em selos específicos para cada segmento.
É tempo de evoluir para viver novas histórias.

Selos



Siga a editora Novo Conceito
Postado por : Thainá Cristina 17 maio 2014
Oi gente! ~acena~
Bem primeiro queria agradecer a todos vocês que estão participando comentando no blog, sério cada comentário me motiva a ir cada dia mais adiante com esse projeto. Mesmo estando de cama, eu sempre arrumo um jeitinho de vir aqui para ler os comentários de vocês  Muito obrigado mesmo!

Bem um dos motivos desse comunicado é para avisar que a partir de hoje a contagem dos pontos será diferente. Agora passarei a contar os comentários assim:

1 ponto - Para os comentários bem desenvolvidos e mais participativos;
0,5 ponto - Para comentários que mostrem que leram;
0 ponto - Para comentários não válidos, que mostrem que a pessoa não leu o post. 

O motivo disso é que tenho visto que tem uma galera que realmente desenvolve seus comentários, participam, se envolvem mais usando a coerência e criatividade, alguns chegando a terem até 10 linhas. Enquanto alguns comentários mostram que a pessoa até leu o post porém não desenvolveu, e é por isso que não acho legal classificar o comentário como não válido, e também não acho justo dar a mesma pontuação da de uma pessoa que realmente desenvolveu/interagiu o seu comentário. Por isso decidi criar esse meio termo. 1 para os bem desenvolvidos, 0,5 para os nem tanto, e 0 para os não válidos.

Queria também dizer que deverá ter uma surpresinha para aquele que ficar em 2º lugar no Top ;)

Acho que é só, é bom comentar que ESSE POST NÃO É VÁLIDO PARA O TOP COMENTARISTA, ok?
Postado por : Thainá Cristina 16 maio 2014
Título: O Enigma das Estrelas
Saga: Clube dos Mistérios #1
Autor: F.T. Farah
Páginas: 160
Editora: Geração Jovem
Resenha por: Thainá Cristina
No primeiro livro de cinco, da saga Clube dos mistérios da Geração Editorial, iremos conhecer Alfredo, Carola, Carmem, Jonas e Vicentinho. 5 amigos que todos os anos se reúnem durante as férias escolares de meio de ano em Minas Gerais, mais exatamente no misterioso Morro do Ferro, cidade natal de seus pais, que decidem durante um tradicional churrasco de boas-vindas liberar seus filhos para acamparem no Morro dos Anjos, deixando-os sob a responsabilidade de Jonas, o mais velho do grupo. Mas o que era apenas para ser uma gostosa aventura tradicional, se tornará uma experiência de outro mundo para esses jovens que estão apenas começando a descobrir sobre os mistérios e lendas desse misterioso local cercado de erosões, maldições e naves espaciais. 

Julgar esse livro na minha visão pessoal seria algo injusto já que obviamente o foco da escrita dele era atrair crianças/adolescentes, talvez de 10 a 12 anos, ao hábito da leitura. Então pra mim que já sou uma burra velha de 26 anos na cara opinar sobre o livro assim friamente, seria algo complicado de se fazer sem antes avaliar a proposta do autor F.T. Farah

Pensando assim tentei passar ele para que minha prima dessa faixa etária de idade pudesse estar lendo e me ajudando a dar uma visão mais adequada sobre o livro, mas infelizmente, minha prima que antes era uma leitora voraz e que aos seis anos (SIM, 6 anos!) lia mais livros que eu na época, foi picada pelo bicho transmissor da preguiça, o tal do Facebook, e desde então deixou os livros de lado. E foi ai que percebi o quanto é importante termos livros voltados para esse público, porque apesar de muitos livros serem classificados como um infantojuvenil, poucos realmente são voltados exclusivamente para eles, com uma escrita que eles possam a vir a se identificar e não somente os adultos, que apesar de não serem o público alvo, são as pessoas que mais se identificam e compram livros desse gênero. 

Foi então que passei a ver o livro com outros olhos e consegui dar uma avaliação mais ampla sobre a proposta do autor que me encantou! O enigma das estrelas é um livro que deveria ter em todas as bibliotecas escolares brasileiras do ensino fundamental. 

Além de ter um trabalho gráfico belíssimo, e deixo aqui meus parabéns a Samuel Casal pelas lindas ilustrações no começo de cada capítulo, a história também é atraente aos jovens, envolvendo aventuras e mistérios de forma educativa, com diversas anotações do autor espalhadas pelo livro. Anotações como: O que não pode fazer em um acampamento, sobre a teoria dos Homens de Preto, sobre ets, sobre lendas e etc.


Não posso deixar de dar meus parabéns também ao F.T. Farah pela bela proposta e a Geração Editorial por acreditar e investir nela. 

Postado por : Thainá Cristina 14 maio 2014
O site americano BuzzFeed fez uma lista com os 14 estágios que um leitor viciado passa ao ler um livro, e cara, SUPER ME IDENTIFIQUEI! 

Confira a listagem abaixo e identifique-se também <3


1. Você compra um livro porque ouviu falar muito dele e decide dar uma chance a história.



2. Você lê apenas algumas páginas e diz "Não sei o porque do falatório em cima desse livro."





3. 50 páginas depois e agora você precisa saber o que acontece! VOCÊ. PRECISA. SABER.




4. Você mal pode esperar para ter alguns minutos vagos para poder voltar a ler, porque esse momento é algo precioso do dia.




5. Dormir já não é algo tão precioso quando se pode ler porque de madrugada não há ninguém te perturbando com perguntas do tipo "O que você está lendo??". 

Como se segurar um livro na frente da sua cara já não fosse um sinal bem claro de, 
NÃO PERTURBE!




6. Um intenso conflito acontece e parte de você quer saber como a história termina enquanto a outra parte não suporta a ideia do livro terminar.




7. Você se torna doentiamente ligado aos personagens principais, especialmente se o narrador se encontra apaixonado a alguém que você julga ser o SEU PAR PERFEITO.




8. Você acha que ama mais o personagem do que seus próprios amigos, namorado, família... Aliás quem são eles mesmo??



9. Você passa a ser uma das maiores promotes do livro e indica a obra prima para tudo e todos.




10. Realidade já não é mais importante, seus afazeres podem esperar porque os personagens estão em perigo!




11. Se algo ruim acontece a um dos personagens principais ou com o seu atual amor literário, você chora não somente pela sua perda mas também por ninguém a sua volta entender e se importar com a sua angústia. 




12. Você termina o livro e seu coração dói por ter que se despedir dos personagens.




13. Entrar em uma livraria depois disso é como ser jogado de volta a realidade após um fim de namoro.




14. E percebe que ainda não está pronto para uma nova experiência.




Mas espera... O QUE É AQUILO?!




AI MEU DEUS, UMA NOVA SAGA?!??! 

DO AUTOR QUE EU GOSTO?!??!?!




* de volta ao estágio 1 ao 14 *


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